Dica de série: Al-Hayba (1ª temporada)




A dica dessa semana é a primeira temporada série libanesa Al Hayba. Ela tem três temporadas, mas só assisti a primeira. O gênero é drama e em alguns momentos a trama se assemelha a enredo de novela.


Al Hayba se passa em uma cidade libanesa fictícia de mesmo nome e que ficaria próxima à fronteira com a Síria. O personagem principal, Jabal Sheikh al Jabal, é o líder do clã Sheikh al Jabal, que controla parte da rota do tráfico entre o Líbano e a Síria e tem como rival o clã Al-Said.


Na primeira temporada, Alia, uma mulher libanesa que vive no Canadá, volta ao Líbano com o filho (Joe), um amigo e o corpo do falecido marido, Adel, irmão de Jabal Sheikh al Jabal, para o funeral. Ela deseja voltar ao Canadá após o enterro, mas a família Sheikh al Jabal quer que Joe permaneça no Líbano.


A série aborda questões sociais relevantes como o direito do pai e da família paterna à guardo do filho no Líbano e a impotência da mãe, que pode até mesmo ser proibida de ver os filhos; a ineficiência da polícia e sua incapacidade de adentrar em certos territórios; preconceito e xenofobia; mulheres e liderança em comunidades patriarcais; o impacto da guerra da síria no Líbano e o tráfico regional; o “levirato” (entre aspas porque existe uma pressão social para que Alia e Jabal se casem, mas o casamento não é obrigatório), os feudos centenários entre clãs, entre outras. No entanto, muitas vezes essas questões não são tratadas de forma direta, o que lhe confere certa leveza, mas ao mesmo tempo faz com que tópicos interessantes que poderiam ser melhor elaborados percam espaço para dramas pessoais, os quais são muitas vezes melosos.


Dois personagens que me marcaram foi Chahine, primo de Jabal, e Nahed, mãe de Jabal e Adel. Nahed, uma mulher síria, que casou com o pai de Jabal, então chefe do clã Sheikh al Jabal, e mudou-se para al Hayba ainda jovem. No Líbano ela enfrenta preconceitos e críticas por ser estrangeira. Apesar de conseguir o respeito da comunidade por mérito, usando sua inteligência, e de ser a matriarca dos Sheikh al Jabal, muitas pessoas da cidade ainda se referem a ela como “a mulher síria”. Ela é um personagem importante, muitas vezes determinando o rumo dos negócios e da vida afetiva da família ao fazer valer a sua vontade.


Chahine pode ser definido pela palavra lealdade. Ele é leal ao pai, que está preso e deseja vingança contro o seu sobrinho Jabal, e a Jabal, por quem nutre sincera amizade. Durante toda a história o personagem encontra-se dividido entre essas duas lealdades, que lhe causam grande sofrimento e resultam em um final trágico.


Vale a pena assistir para passar o tempo, escutar e treinar o dialeto libanês. Além disso, o elenco conta com alguns atores de aparência agradável e apesar de beleza ser algo relativo é difícil encontrar quem não ache a Miss Líbano 2004, Nadine Nassib Njeim, bela. A personagem de Nadine, Alia, é o par romântico do personagem de Taim Hasam, Jabal. Juntos eles formam o casal principal da primeira temporada, mas ela não renovou o contrato para participar da 2ª temporada porque sua personagem passaria a ocupar um papel secundário em uma trama dominada por homens. O bom é que a primeira temporada encerra de forma satisfatória não havendo necessidade de continuação.


A dica dessa semana é a primeira temporada série libanesa Al Hayba. Ela tem três temporadas, mas só assisti a primeira. O gênero é drama e em alguns momentos a trama se assemelha a enredo de novela.


Al Hayba se passa em uma cidade libanesa fictícia de mesmo nome e que ficaria próxima à fronteira com a Síria. O personagem principal, Jabal Sheikh al Jabal, é o líder do clã Sheikh al Jabal, que controla parte da rota do tráfico entre o Líbano e a Síria e tem como rival o clã Al-Said.


Na primeira temporada, Alia, uma mulher libanesa que vive no Canadá, volta ao Líbano com o filho (Joe), um amigo e o corpo do falecido marido, Adel, irmão de Jabal Sheikh al Jabal, para o funeral. Ela deseja voltar ao Canadá após o enterro, mas a família Sheikh al Jabal quer que Joe permaneça no Líbano.


A série aborda questões sociais relevantes como o direito do pai e da família paterna à guardo do filho no Líbano e a impotência da mãe, que pode até mesmo ser proibida de ver os filhos; a ineficiência da polícia e sua incapacidade de adentrar em certos territórios; preconceito e xenofobia; mulheres e liderança em comunidades patriarcais; o impacto da guerra da síria no Líbano e o tráfico regional; o “levirato” (entre aspas porque existe uma pressão social para que Alia e Jabal se casem, mas o casamento não é obrigatório), os feudos centenários entre clãs, entre outras. No entanto, muitas vezes essas questões não são tratadas de forma direta, o que lhe confere certa leveza, mas ao mesmo tempo faz com que tópicos interessantes que poderiam ser melhor elaborados percam espaço para dramas pessoais, os quais são muitas vezes melosos.


Dois personagens que me marcaram foi Chahine, primo de Jabal, e Nahed, mãe de Jabal e Adel. Nahed, uma mulher síria, que casou com o pai de Jabal, então chefe do clã Sheikh al Jabal, e mudou-se para al Hayba ainda jovem. No Líbano ela enfrenta preconceitos e críticas por ser estrangeira. Apesar de conseguir o respeito da comunidade por mérito, usando sua inteligência, e de ser a matriarca dos Sheikh al Jabal, muitas pessoas da cidade ainda se referem a ela como “a mulher síria”. Ela é um personagem importante, muitas vezes determinando o rumo dos negócios e da vida afetiva da família ao fazer valer a sua vontade.


Chahine pode ser definido pela palavra lealdade. Ele é leal ao pai, que está preso e deseja vingança contro o seu sobrinho Jabal, e a Jabal, por quem nutre sincera amizade. Durante toda a história o personagem encontra-se dividido entre essas duas lealdades, que lhe causam grande sofrimento e resultam em um final trágico.


Vale a pena assistir para passar o tempo, escutar e treinar o dialeto libanês. Além disso, o elenco conta com alguns atores de aparência agradável e apesar de beleza ser algo relativo é difícil encontrar quem não ache a Miss Líbano 2004, Nadine Nassib Njeim, bela. A personagem de Nadine, Alia, é o par romântico do personagem de Taim Hasam, Jabal. Juntos eles formam o casal principal da primeira temporada, mas ela não renovou o contrato para participar da 2ª temporada porque sua personagem passaria a ocupar um papel secundário em uma trama dominada por homens. O bom é que a primeira temporada encerra de forma satisfatória não havendo necessidade de continuação.


A dica dessa semana é a primeira temporada série libanesa Al Hayba. Ela tem três temporadas, mas só assisti a primeira. O gênero é drama e em alguns momentos a trama se assemelha a enredo de novela.


Al Hayba se passa em uma cidade libanesa fictícia de mesmo nome e que ficaria próxima à fronteira com a Síria. O personagem principal, Jabal Sheikh al Jabal, é o líder do clã Sheikh al Jabal, que controla parte da rota do tráfico entre o Líbano e a Síria e tem como rival o clã Al-Said.


Na primeira temporada, Alia, uma mulher libanesa que vive no Canadá, volta ao Líbano com o filho (Joe), um amigo e o corpo do falecido marido, Adel, irmão de Jabal Sheikh al Jabal, para o funeral. Ela deseja voltar ao Canadá após o enterro, mas a família Sheikh al Jabal quer que Joe permaneça no Líbano.


A série aborda questões sociais relevantes como o direito do pai e da família paterna à guardo do filho no Líbano e a impotência da mãe, que pode até mesmo ser proibida de ver os filhos; a ineficiência da polícia e sua incapacidade de adentrar em certos territórios; preconceito e xenofobia; mulheres e liderança em comunidades patriarcais; o impacto da guerra da síria no Líbano e o tráfico regional; o “levirato” (entre aspas porque existe uma pressão social para que Alia e Jabal se casem, mas o casamento não é obrigatório), os feudos centenários entre clãs, entre outras. No entanto, muitas vezes essas questões não são tratadas de forma direta, o que lhe confere certa leveza, mas ao mesmo tempo faz com que tópicos interessantes que poderiam ser melhor elaborados percam espaço para dramas pessoais, os quais são muitas vezes melosos.


Dois personagens que me marcaram foi Chahine, primo de Jabal, e Nahed, mãe de Jabal e Adel. Nahed, uma mulher síria, que casou com o pai de Jabal, então chefe do clã Sheikh al Jabal, e mudou-se para al Hayba ainda jovem. No Líbano ela enfrenta preconceitos e críticas por ser estrangeira. Apesar de conseguir o respeito da comunidade por mérito, usando sua inteligência, e de ser a matriarca dos Sheikh al Jabal, muitas pessoas da cidade ainda se referem a ela como “a mulher síria”. Ela é um personagem importante, muitas vezes determinando o rumo dos negócios e da vida afetiva da família ao fazer valer a sua vontade.


Chahine pode ser definido pela palavra lealdade. Ele é leal ao pai, que está preso e deseja vingança contra seu sobrinho Jabal, e a Jabal, por quem nutre sincera amizade. Durante toda a história o personagem encontra-se dividido entre essas duas lealdades, que lhe causam grande sofrimento e resultam em um final trágico.


Vale a pena assistir para passar o tempo, escutar e treinar o dialeto libanês. Além disso, o elenco conta com alguns atores de aparência agradável e apesar de beleza ser algo relativo é difícil encontrar quem não ache a Miss Líbano 2004, Nadine Nassib Njeim, bela. A personagem de Nadine, Alia, é o par romântico do personagem de Taim Hasam, Jabal. Juntos eles formam o casal principal da primeira temporada, mas ela não renovou o contrato para participar da 2ª temporada porque sua personagem passaria a ocupar um papel secundário em uma trama dominada por homens. O bom é que a primeira temporada encerra de forma satisfatória não havendo necessidade de continuação.






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